• Moskow

Música, fotografia e boas lembranças

A música é a maior das minhas paixões. Sempre foi. Minha memória é ou fotográfica ou sonora. Sou péssimo com datas, nomes, fisionomias. Sempre que preciso lembrar de alguma coisa da linha do tempo da vida, me remeto a algum fato acontecido ou a alguma música que ouvi na época. E aí, vou buscando e buscando outras referências até chegar no tempo exato ou próximo do que quero ou preciso. Dá trabalho esse xadrez? Dá, mas foi o padrão que construí.


Estou desde às 6h40 de hoje, sentado aqui em frente ao computador, trabalhando. Meus amores dormem, Gaia, Maria e Spock. Gaia e Maria depois da mamada da pequena, das cinco da manhã. Spock... Spock tem no sono seu maior prazer na vida.


Enquanto trabalho, deixo os fones no ouvido, numa das minhas playlist, a depender do humor, do que quero escrever... a vibe, tá ligada? Música vai, música vem, começa o pianinho maroto do Moby, 'In my heart'. Imediatamente me transportei pro Renaut, Citröen ou Peugeot do Tabach. Ah, sim, outra coisa que desconheço são marcas e modelos de carros. Os que consigo identificar com facilidade são Kombis e Fuscas. O resto, pra mim são apenas automóveis.


Mas, hein? De volta ao carro do Tabach. O ano, não sei, foi naquele da gripe aviária. Isso eu sei, saí pra cumprir essa pauta com o maravilhoso Diogo de Hollanda, lá em São José do Vale do Rio Preto, interior do estado do RJ. Fomos em duas indústrias de frangos, granjas, né? Lugar triste pros animais.


O carro do Tabach. Fim de expediente no Q!, o jornal com a equipe mais foda que já houve nas últimas duas décadas. Era vernissage da exposição do nosso ilustrador, Mateu Velasco, com sua expo num Espaço Cultural ali na Praça Tiradentes. Fomos eu, Marcelo (óbvio, dirigindo) e Georgeana. Entramos no carrinho lindo, Tabach estende a mão até o CD player da viatura fotográfica e poe um som. Começa a tocar essa que ficou pra sempre na minha memória com o paladar e o olfato mais precisos de um momento de muita alegria, felicidade e bons momentos da vida.


Todas as vezes, desde então, que ouço essa música, lembro com detalhes desse breve instante, esse sopro suave e divertido da existência.


Tinha muito Amor envolvido naquela galera toda do jornal. Era uma loucura, um universo paralelo e surreal do jornalismo carioca? Era, sim. rsrsrsrs Mas foi absurdamente incrível participar daquilo tudo.


Tudo bem com você? Eu sou o Moskow, artista visual. Tu tem essas referências sensoriais tbm? me conta.


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"Amor é a lei. Amo sob vontade".

"A ARTE SALVA""

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